sábado, 16 de fevereiro de 2013




No ultimo dia 14/02 a dupla Bruno e Mega, gravaram o Programa Got Talent Brasil.
As gravações foram feitas no teatro Bourbon em São Paulo, nesse dia foram gravados 40 numeros de diferentes categorias, a dupla foi super aplaudida pela plateia e os jurados Daniela Cicarelli, Sydnei Magal e Milton Cunha. Com aprovação de dois sins e um (X).

A meta agora é correr atras e surpreender novamente.

domingo, 13 de janeiro de 2013

IV Mostra de Dança da FAIT
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A IV Mostra de Dança da FAIT, promovida pelo Curso de Educação Física foi um sucesso!!!

Neste ano tivemos a participação dos alunos do 2º Período, Ponto de Cultura Jovem, Impactus da cidade de Capão Bonito, Corpo em Rua, Kasuals, Nossa Cara da FAIT e Ministério de Dança Arte e Vida. A direção técnica do espetáculo esteve a cargo do Prof. Andrey Muzel. Aproximadamente 500 Kg de alimentos foram arrecadados e entregues a Conferência Vicentina de Itapeva.

IN – O que o senhor tem a dizer da 4ª mostra de dança sendo realizado na FAIT?
Mariól – A mostra de Dança surgiu em 2009 através da disciplina de dança. Os alunos ao final do semestre precisavam apresentar uma prova prática e através de uma proposta do Prof. Andrei Muzel nós realizamos a primeira apresentação.  Os alunos gostaram, foi um grande sucesso e nós resolvemos transformar este evento numa mostra de dança permanente em nosso calendário.  Neste ano, além dos alunos do quarto período de Educação Físca, convidamos também alguns grupos de Itapeva e Região para participar . Nós tivemos a honra de receber o grupo Nossa Cara da FAIT (Vencedor do Festival Regional de Danças Urbanas de 2012), tivemos também a participação do Ponto de Cultura Jovem, Ministério Arte e Vida, Impactus de Capão Bonito, Corpo em Rua e Kasuals.  A FAIT através desta Mostra de Dança abre também suas portas para as manifestações culturais que estão crescendo muito em Itapeva e região.

IN – Professor houve surpresas durante as apresentações dos alunos?
Mariól – Sim houve várias surpresas agradáveis. Por tratar-se de alunos de graduação de Educação Física e não de bailarinos, todos os anos nós temos surpresas muito agradáveis, principalmente com os rapazes, que nunca dançaram na vida, e se revelam grandes artistas neste evento.

IN – Qual foi o tema abordado este ano?
Mariól – Nós trabalhamos com o tema Nações onde cada grupo representou um país. Dentro do tema a ideia do central  do professor Andrei, diretor do espetáculo,  era dar liberdade de criação por parte dos alunos. Muitas coreografias foram pautadas na comicidade, porém preservando a identidade do país representado.

IN – Houve a parte beneficente com a arrecadação dos alimentos, qual será o destino desses alimentos arrecadados?
Mariól – Na verdade o curso de Educação Física e a Fait tem essa preocupação social.  Desde 2009, através da doação de um quilo de alimento, nós contribuímos,a pedido do prof. Andrei Muzel,  com o a Conferência Vicentina. Este ano estaremos entregando aproximadamente 400Kg de alimentos para a Instituição.

IN – Qual o recado os senhor deixa para os alunos?
Mariól – Posso dizer que estamos muito felizes com o resultado, estamos muito gratos a esses alunos que confiaram no nosso trabalho, no trabalho da Fait, do professor Andrei. Nós desejamos a esses alunos muito sucesso e que o conteúdo assimilado nesta disciplina de dança seja levado para as escolas.

IN – Quais considerações finais:
Mariól – Gostaria de agradecer aos alunos do 2º período pela confiança e carinho, ao prof. Andrei pela competência e dedicação, ao pessoal da Técnica que nos ajudou  nas pessoas do Zico e do Robson, aos parceiros PONTO DE CULTA JOVEM e GRUPO IN DE COMUNICAÇÃO , aos grupos convidados pela presença e a todos que compareceram lotando o Salão Nobre da FAIT para prestigiar o trabalho dos alunos. Quero ressaltar que em 2013 teremos novidades para a V MOSTRA De DANÇA DA FAIT. Agradeço também a confiança da Direção da FAIT no trabalho da coordenação e corpo docente da Educação Física, em particular nas pessoas da Profª Dra Simone Gomes e Profª Rosemeire Wagner.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012


A Cultura e a inexistente política cultural do País (artigo)

A nova ministra da Cultura, Marta Suplicy, é uma executiva de talento. Não é preciso lembrá-la como a grande prefeita que foi. Resta saber se ela também acredita que uma política cultural tem de se estribar no mercado, ou se o Estado brasileiro deve chamar para si aquilo que o mercado não quer, por não ser de sua natureza querer.
Assim como é difícil contabilizar quantas mortes, por assassinato, registraram-se em São Paulo nos últimos meses, é quase impossível detectar, nas aparentes blandícias da grande arte, a quantas anda a cultura brasileira. A comparação com os assassinatos é fortuita. A morte é antagônica à cultura artística e vice-versa. Luis XIV, o cognominado “Rei Sol” da França, omitiu de seus ministros. grande parte dos gastos com a construção do maravilhoso palácio de Versalhes. O monarca foi responsável pela morte de muitos milhares durante as guerras que implementou na Europa no século XVII- mas entrou para a história como um dos maiores mecenas de todos os tempos.
No Brasil, sabemos muito pouco, até agora, do que realmente deverá importar para ao futuro das artes, no período que se considera a “Era Lula”. Sobre a ” Era Vargas”, entretanto, incluída a Ditadura do Estado Novo, tem-se muito. Tudo talvez se deva à complexidade do nosso momento histórico. Mas o saldo, mesmo assim, parece desfavorável ao século XXI.
Uma coisa afigura-se mais ou menos certa. Afora os levantamentos burocráticos – os relatórios governamentais – não parece ter havido muito interesse dos três governos progressistas brasileiro em relação ao tema da cultura. A “Era Lula,” aparentemente não tem muito o que mostrar a mais, além da administração quase anódina de um ministério que não assume qualquer importância no âmbito governamental. O governo Dilma, por exemplo, mostrou ter despendido um tempão enorme com uma ministra que, na verdade, talvez não tivesse mesmo nada a acrescentar. Mas os jornais, revistas, televisões ou rádios que omitem notícias adversas à oposição brasileira, também parece não terem muito a palpitar sobre o tema. Pode-se interpretar que a questão, afinal, continue como um problema de mercado; e essa, parece, a parte de uma herança mais que maldita que os últimos tempos legaram à cultura brasileira.
Há a cultura informal, aquela que nasce nos bairros das grandes cidades, de alguma forma a reboque da indústria, mas da qual, evidentemente, pouco sabemos. Pela situação social brasileira, o tema da morte, da bandidagem, dos tóxicos, da violência, enfim, não deve ser um assunto à margem nas periferias das grandes cidades do Brasil. A condição de marginalidade, imagina-se, talvez seja o que mais conte de forma impositiva, para muitos desses artistas.
Neste ponto, as mortes violentas de jovens (muito soldados da PM são isso também – jovens)- supostos artistas e fruidores que cantam e se encantam – repõe a questão que influenciou muitos nomes da Renascença alemã. Uma exposição de gravuras do MASP – Museu de Arte de São Paulo – reflete bem essa coincidência. Na arte de Cranach, Dürer, Grien, Altdhorfer e outros, as guerras religiosas que engolfava toda a Europa, mas que se abateram principalmente sobre os estados alemães, a presença de homens mortos, além de guerreiros, expressam uma violência que não fica nada a dever aos horrores das ruas das periferias, não só da paulicéia. A diferença talvez não sejam os meios de expressão e o mercado. Dürer um dos maiores gênios da pintura, concedeu que deveria apoiar Lutero e os Príncipes alemães contra os camponeses, que reivindicavam melhores condições para a situação de miserabilidade em que viviam. Difícil condená-lo por não ter se postado ao lado dos mais fracos ( como fez seu colega, Grünewald) e de ter se valido também da classe média burguesa para a venda das suas gravuras. Mas não se pode acusá-lo de não ter pelo menos olhado com um singular arrebatamento para a imagem do guerreiro em sua luta contra a morte – mesmo porque, a morte ainda que sob a forma de monstros, não é uma grande ausente nas gravuras do mestre.
No Brasil da “Era Vargas” foram poucos os massacres formais. Luis Carlos Prestes num depoimento que deu a um jornalista, quando contou sobre a Coluna que ele chefiou, dizia ter presenciado muitas mortes violentas ao longo da sua epopéia – mas o pior foi ver a miséria dos brasileiros do interior daqueles tempos. Em teoria, os artistas do período – Villa-Lobos, Portinari, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos e outros – não deviam ignorar o Brasil profundo, dos grotões miseráveis, filhos da violência social. E Portinari – para citar um óbvio – retratou a coisa a sua maneira. Assim como outros, principalmente Graciliano Ramos. Aliás, se escutado com atenção, Villa-Lobos talvez tenha exagerado em seu sentimentalismo (que não existe outra forma de ser brasileiro) – mas a melancolia do sertão miserável (“triste de não ter jeito”, dizia Manoel Bandeira), não está ausente da sua música.
É o que marca em grande parte o que herdamos, talvez, da “Era Vargas”. Na época, graças ao namoro com o fascismo, Getúlio e seus ministros sustentavam a firme convicção de que o Estado tinha de intervir não só na educação das chamadas “massas”. Hoje muitos deploram, como demagogia a serviço de Getúlio, as grandes concentrações musicais organizadas por Villa-Lobos no então maior estádio do Rio, que era o do Vasco da Gama. Vivemos numa democracia sujeita a tentativas de golpes até com a participação da Justiça, mas há quem sonhe sinceramente em ver o que seria o concerto de mais de trinta mil vozes, entoando, em coro, o que Villa-Lobos escreveu para a ocasião.
Seria o ridículo de uma mera imitação do nazismo alguém sonhar com esse tipo de espetáculo na Copa de 2014? O Canto Orfeônico, que foi saudado por alguns intelectuais como o pior daquela época, era uma constante nas escolas primárias do Brasil. O Brasil implementado pelo Estado, cantava, ou procurava cantar. Hoje, com o retorno da música nas escolas, o método inventado por Villa-Lobos, talvez seja uma utopia, impossível inclusive de se aproximar daqueles tempos. Mas o Estado brasileiro parece ter se firmado na convicção de que não lhe cabe inflectir na cultura a despeito do mercado. O neoliberalismo mostrou, na economia, que era bem pior do que tudo que seus críticos diziam.
No âmbito do Estado, e da cultura, com as leis Rouanet, Sarney e que tais, vulgarizou-se, no Brasil, a idéia de que a arte emergiria com uma nova feição, a partir da renúncia fiscal. O fato parece ter estagnado justamente no que menos se queria: o tal de marketing cultural. Ou seja, o Estado parece ter aberto mão de sua responsabilidade de implementar a cultura. O mercado o faria; só que o mercado não está fazendo. Alguém lembrará, a propósito, que se houve a mencionada exposição no MASP, de alguma forma o patrocínio existe – o bom patrocínio. É verdade – mas a presença de artistas de outros tempos e de outros países poderiam ser apenas um incentivo à produção local. Nada mais que isso. A produção artística, porém, não se dá só por exposições patrocinadas. Há que existir o que normalmente se chama de “política cultural”- e não se sabe se isso existe em qualquer lugar do Brasil.
Tempos atrás, num debate na PUC de São Paulo, o sociólogo Giberto Vasconcelos, num rompante algo exagerado, mas com inteira razão, respondeu a um professor de história da música da USP que se o fascismo getulista tinha gerado Drummond, Villa-Lobos, Portinari e tutti quanti, só havia que saudá-lo, uma vez que ele não via ninguém parecido com esses artistas no Brasil democrático. Exagerava evidentemente – mas respondia, com a devida veemência e à altura, ao tal professor que – idiotamente, diga-se – defendia que Villa-Lobos era nazista, pois visitara a Alemanha, a convite do governo alemão pouco, antes da Segunda Guerra. O dito professor não pôde explicar e não tinha como fazê-lo, como é que, sendo nazista (?), Villa-Lobos fora homenageado diversas vezes pelo governo de Israel.
Enfim, uma asneira- mas a questão continua: como batizar de “política cultural” a ausência do Estado brasileiro na fixação de metas que envolvam a população na grande arte, na cultura não industrializada e que se faz a despeito da industrialização? Bastam as importações de grandes exposições, como a do MASP? Um concerto da Filarmônica de Nova York no parque Ibirapuera é suficiente para incentivar jovens à carreira de instrumentistas? Serão as bienais de São Paulo, com suas instalações e invenções macabras, o suficiente para que a arte brasileira se faça conhecida como tal?
O Brasil tem grandes artistas. Falta dizer em que é que isso se deve a uma propalada política cultural.
Em tempo: a nova ministra da Cultura, Marta Suplicy, é uma executiva de talento. Não é preciso lembrá-la como a grande prefeita que foi. Resta saber se ela também acredita que uma política cultural tem de se estribar no mercado, ou se o Estado brasileiro deve chamar para si aquilo que o mercado não quer, por não ser de sua natureza querer, mas que, por sua vez, tem de ser da natureza do Estado fazê-lo.
O mundo foi tomado pela cultura norte-americana. Tudo bem, era inevitável; mas não inventar tropicalisticamente a partir dela, não fazer dela muito mais, é também um tipo de morte – algo que não fica muito aquém dos assassínios, de fato, dos jovens brasileiros.
Enio Squeff é artista plástico e jornalista.
24 de agosto de 2000

Por que o Brasil não é um país democrático?

Ricardo Bergamini

Por ter o voto obrigatório. Voto é direito do cidadão, e não dever. Direito é exercido por quem o desejar. No Brasil, apenas 5% da população, acima de 10 anos de idade, possui mais de 15 anos de estudos, sendo o estudo a base para o desenvolvimento da capacidade de análise crítica do indivíduo, pelo menos 80% da população habilitada à votar, são apenas massa de manobra, delegando sua decisão de escolha aos meios de comunicação de massa. Sem dúvida, o voto facultativo aumentaria a qualidade dos candidatos eleitos. Nos Estados Unidos, apenas 50% da população qualificada para votar, exerce esse direito para escolha de presidentes, 40% para governadores e 30% para prefeitos, por isso, e somente por isso, é a maior e melhor democracia do mundo.
Por não haver restrições de acesso ao Congresso Nacional de partidos inexpressivos. Não pregamos restrições à formação de partidos políticos, nos EUA existem mais de 40 partidos políticos, pregamos apenas fixação de índices eleitorais mínimos para fazer-se representar no Congresso Nacional, evitando a vergonhosa da situação atual de 17 líderes partidários, naquela casa, alguns liderando apenas 2 deputados.
Por não haver fidelidade partidária. Em qualquer país democrático, o mandato pertence ao partido, e não ao político. Com isso, evitaríamos manipulações políticas, com trocas freqüentes de partidos, gerando eternamente um Congresso Nacional vendedor de maiorias precárias aos Presidentes da República, sejam eles quais forem. 
Por não haver exigências mais rígidas, quanto a figura jurídica do domicílio eleitoral. Excluindo qualquer possibilidade de um candidato procurar, apenas na época da eleições, uma região de índices eleitorais mais favoráveis para ser candidato, evitando, por exemplo, o oportunismo do Sr José Sarney, eleito para senador pelo Amapá, sem nenhum vinculo com o Estado.
Por não respeitar o conceito universal da proporcionalidade. Não podemos continuar admitindo que, o voto de um cidadão brasileiro em uma determinada região do país, valha menos que em outra região. Como é hoje.
Por não ser uma nação federativa. Não podemos continuar com o modelo centralizador de decisões, bem como de arrecadação de impostos, com posterior rateio aos Estados e Municípios. Modelo altamente manipulador e corrupto Em uma verdadeira democracia os Estados deverão ter autonomia para aprovarem, como exemplo extremo, a pena de morte.
Com a existência do "horário político gratuito" Uma verdadeira aberração política, fria, repetitiva, idiota, premiando apenas os melhores atores, sendo de alto custo de produção, transformando eleições em assunto de marketing. Atualmente quem concede entrevistas, não é mais o candidato, mas sim, o responsável pela agência de propaganda do candidato. Diga-se de passagem o horário não é gratuito, as empresas recebem benefícios fiscais para cobrirem parte de seus prejuízos. 
Sem voto distrital. O debate político tem que ser travado nos municípios. Esse assunto está ligado à não existência da República Federativa. Formação de delegados representativos regionais, com capacidade de decisão de escolhas.
Com a existência da figura jurídica criminosa das Medidas Provisórias, em um regime presidencialista de governo. Válida apenas em regimes parlamentaristas de governo, com queda de Gabinete, sempre que alguma delas fosse rejeitada pelo parlamento.
Sem possuirmos nossas Forças Armadas bem equipadas, altamente profissionalizadas e bem treinadas. Imaginar ser o enfraquecimento de poder militar de uma nação, sinônimo de fortalecimento democrático, é visão boçal, imbecil, burra, demagógica e revanchista. Haja vista o mundo: quanto maior o seu grau de liberdade, maior o seu poderio militar.
Com o Banco Central subordinado ao Poder Executivo Nas verdadeiras democracias, essa instituição está subordinada, indiretamente, ao Congresso Nacional, através de uma legislação rigorosa, com prazos de vigência dos mandatos de seus gestores rigorosamente definidos, mandatos esses, totalmente descasados dos períodos de mandatos dos políticos, bem como, com regras e atribuições funcionais, morais e éticas rigorosas. Em nenhum país democrático do planeta, o Banco Central, por questões óbvias e ululantes, está subordinado ao Poder Executivo. 
Com apenas 5% da população brasileira, acima de 10 anos de idade, tendo 15 anos ou mais de estudos. Necessidade mínima de aprendizado para que, um indivíduo consiga um grau de conhecimento tal, capaz de promover sua capacidade de análise crítica. Somente o voto livre aliviaria essa maldita distorção brasileira. 
Com o nosso Poder Judiciário dependente financeiramente do Poder Executivo. Sem a criação de mecanismo para geração de fontes de recursos próprios, principalmente através de cobranças de fianças e serviços em valores reais, relacionados aos montantes das causas em questão, e não, com valores simbólicos como tem sido até a presente data. 
Sem quebrarmos a espinhal dorsal do "Poder do Poder Público no Brasil". Em todos os níveis (federal, estadual, municipal).Agindo sem limites e regras, concedendo privilégios à si próprios. Sendo o maior exemplo a auto - anistia concedida pelo Congresso Nacional, aos crimes eleitorais ocorridos nos anos de 1996/98. É uma imoralidade sem precedentes na história política do mundo, dito democrático.
Com nossa Constituição atual (Livro de Ficção Jurídica) de 1988. Somente concedendo direitos aos cidadãos, sem nenhuma exigência de contrapartida dos deveres dos cidadãos para com a sua Pátria. Um documento de ficção jurídica, sendo mais fácil sua alteração, do que de uma simples lei ordinária. E finalmente, gerando o maior desvio de nossa história política, com a facilidade legal para criação de novos municípios. Nos 12 anos de vigência, quase três mil, sem nenhum compromisso com fonte de recursos próprios.

Florianópolis, 24 de Agosto de 2000 – Ricardo Bergamini


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

quarta-feira, 21 de novembro de 2012