Grupo Nossa Cara 1° Lugar No 7° FESTIVAL REGIONAL DE DANÇA C.E.R
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
"POLÊMICA GLOBAL"
USINA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE
Apesar de concedida a licença de instalação (LI) para a usina de Belo Monte, 11 das 40 condicionantes ainda estão pendentes, segundo um alerta de técnicos do IBAMA.
O órgão explicou que em todo processo de licenciamento, condicionantes estabelecidas na primeira etapa podem se estender até o fim. E que em todo caso a LI é dada sem o cumprimento integral das exigências impostas na Licença Prévia. Segundo o IBAMA, a licença foi dada com 23 condicionantes que o consórcio terá que cumprir durante a construção.
A concessão de licenças não é matemática. Não é um processo exato. Estamos trabalhando com impacto ambiental, afirmou a diretora de licenciamento do orgão, Gisela Forattini.
O estudo aponta que condicionantes como a 2.7, que prevê a assinatura de convênios entre o consórcio Norte Energia e as cidades na área de requalificação urbana, e a 2.5, que obriga o monitoramento da qualidade da água do reservatório e do rio, ainda não foram cumpridas.
Outra questão importante no impacto ambiental é a navegabilidade do Rio Xingu, que os técnicos reconhecem que será dificultada, porque o período de seca, com a obra, será dois meses maior.
Diante do atraso, o IBAMA argumenta que cada condicionante é atendida numa etapa da obra.
Informações do jornal O Globo.
E ANDA CIRCULANDO PELA INTERNET ESSE VIDEO MAIS POLEMICO AINDA:
ATRIZES E ATORES DA REDE GLOBO SE REVOLTAM CONTRA O GOVERNO?
BOM AO QUE SE PENSAR ANTES DE FAZER O QUE O VIDEO PEDE.
Política para não ser IDIOTA
Debate com Mario Sergio Cortella
Gravado no dia 20 de junho, o programa 'Arena Livre' da TV ALESP entrevistou o professor e também escritor Mario Sergio Cortella. O deputado Carlos Giannazi foi um dos debatedores convidados.
No programa foram abordados temas como participação política, Educação, crise dos partidos políticos e do parlamento, Paulo Freire e tradição autoritária do Brasil, entre outros.
No programa foram abordados temas como participação política, Educação, crise dos partidos políticos e do parlamento, Paulo Freire e tradição autoritária do Brasil, entre outros.
VEJA:
Subway X Mac Donald's
Quem lidera?
O Subway
Segundo as informações divulgadas no site oficial da rede, o primeiro Subway foi aberto em Connecticut, no mês de agosto de 1965. De lá para cá, a marca americana, que foi criada com o objetivo de oferecer uma opção de refeição saudável e rápida, conseguiu chegar a 92 países e, atualmente, atende uma média de seis milhões de clientes diariamente. No Brasil, o Subway chegou no país em 1993 com pouco restaurantes, que ficavam localizados em bairros nobres. Acumulando altos e baixos durante a sua adaptação ao mercado nacional, a rede de restaurantes conseguiu se consolidar a partir de 2003. Nos dias atuais, a empresa tem cerca de 750 lojas por todo o país.
Os lanches
Com o objetivo de oferecer uma refeição saudável e rápida, o Subway montou um cardápio com uma linha vasta de sanduíches que podem ser acompanhados de queijo (prato, suíço ou cheddar), vegetais (alface, tomate, cebola roxa, pimentão e azeitonas pretas) e seis tipos de pão (queijo, gergelim, italiano branco, parmesão com orégano, integral e integral com aveia e mel), escolhidos pelo próprio cliente. Para temperar o sanduíche, você pode usar sal, pimenta, azeite, vinagre e os molhos parmesão, barbecue, cebola agridoce, mostarda & mel e chipotle (levemente picante)
O americano Fred DeLuca, 62 anos, fundador da rede de fast-food Subway e dono de uma fortuna estimada em US$ 1,8 bilhão, se dirige aos seus funcionários de uma maneira, digamos, pouco ortodoxa.
Sua máxima é: “Mantenha isso simples, estúpido!” Num primeiro momento, a frase pode parecer agressiva, mas os funcionários da empresa não levam para esse lado. Ao contrário.
"Hoje o Brasil é o nosso maior mercado na América Latina e o sexto maior no mundo"
Fred DeLuca, dono do Subway
Eles até gostam e adotam o lema nas 33,5 mil lojas da rede espalhadas por 92 países e responsáveis por um faturamento de US$ 9 bilhões. “Somos maiores que o McDonald’s em número de lojas”, diz DeLucca à DINHEIRO. O concorrente tem hoje 31 mil unidades.
E é justamente por isso que ele usa a máxima diariamente. Ela funciona como uma recomendação do bilionário, que a resume como sistema Kiss. A sigla, que significa “beijo”, em inglês, é uma brincadeira com a frase “Keep It Simple, Stupid”. “Nosso número de lojas é grande, mas o negócio continua relativamente simples e isso nos ajuda a continuar crescendo”, diz De Lucca.
Na prática, diz ele, o Subway é uma cadeia baseada em um modelo de negócios simples. A rede possui uma variedade média de sanduíches nos quais a maioria dos ingredientes se repete, tornando mais fácil a logística dos produtos. Somado a isso, há também um rígido controle de custos para identificar os desperdícios.
A fórmula tem dado certo e permitido que sejam abertas cerca de duas mil novas lojas por ano ao redor do globo, num investimento anual de US$ 400 milhões. Só neste ano, o Brasil ganhou 185 novas lojas e deverá fechar com 550 e um faturamento estimado superior a R$ 400 milhões. “Hoje, o Brasil é o nosso maior mercado na América Latina e o sexto maior globalmente.”
Mas nem tudo foi tão simples como DeLucca prega. Aliás, a “simplicidade” quase decretou o fim da Subway no Brasil. “Quando a rede desembarcou no Brasil, em 1993, escolheu um único franqueado”, diz Brian Marino, diretor da rede para a América Latina e Caribe. “Isso foi um erro.”
Avanço acelerado: a empresa cresceu 70% em número de lojas no ano passado e
deve encerrar 2010 com um total de 550 unidades no Brasil
É que, em vez de ter lanchonetes pequenas e manter relação com fornecedores locais para facilitar a logística, esse franqueado tinha os mesmos fornecedores para atender todas as lojas, mesmo atuando em localidades distantes entre si. Pior: passou a tomar decisões sem consultar a matriz – o que fez a rede quase deixar o País, em 2000, quando sobraram apenas duas lojas.
“Naquele tempo nós seguimos um modelo diferente de negócios no Brasil, que se mostrou custoso e ineficiente. O sistema que usamos agora é o mesmo dos Estados Unidos e nos permite ter mais controle”, conta DeLuca, que voltou a apostar no País em 2003.
O desafio de continuar o rápido crescimento está agora nas mãos da diretoria regional. “Nosso plano é ter 1.500 lojas no Brasil até 2014”, diz Marino. Aos poucos, vem progredindo nesse sentido. Em 2008, possuía 215 unidades e, em 2009, contava com 365, num salto de 70%.
No mesmo período, o McDonald’s cresceu 8%. “Eles voltaram com outra cultura. As lojas hoje se adaptam em regiões de menor circulação de pessoas porque têm custo de funcionamento mais baixo”, diz Ricardo Camargo, diretor-executivo da Associação Brasileira de Franquias. “O investimento para abrir também é menor. Tudo isso auxilia na expansão rápida”, afirma. Enquanto no McDonald’s um ponto pode custar R$ 1 milhão, no Subway ele custa cerca de R$ 250 mil.
A empresa atua em pontos não tradicionais para redes de fast-food, como postos de gasolina e universidades. “Mais de 10% das lojas que temos hoje estão localizadas nesses pontos pouco convencionais”, afirma Roberta Damasceno, gerente de operações da Subway no Brasil.
A história de vida de DeLuca é também uma das melhores propagandas para incentivar e conquistar novos franqueados para a Subway. Em 1965, aos 17 anos, ingressara no curso de medicina da universidade privada de Bridgeport.
Sem condições de pagar as mensalidades, ele se aconselhou com um amigo da família, o médico Peter Buck, que lhe deu uma ideia: abrir uma loja para vender sanduíches naturais. Buck, então, se tornou sócio do empreendimento, emprestou US$ 1 mil para DeLuca tocar o negócio.
Nascia, assim, o Subway. O negócio deu tão certo que em menos de um ano a segunda loja foi aberta e DeLuca largou a medicina. Em 1974, abriria a primeira franquia. “Nossa meta original era ter 32 lojas em dez anos. Sabíamos que era uma meta ambiciosa, mas nunca imaginamos que podería-mos chegar a mais de mil vezes esse número”, diz.
Hoje, DeLuca é o bilionário de número 556 do mundo, segundo a revista Forbes e se tornou fonte de inspiração para os que pretendem se aventurar no mundo empresarial. Ele, inclusive, escreveu um livro, “Comece pequeno, termine grande: 15 lições-chave para começar e tocar seu próprio negócio de sucesso”. “Meu conselho é: não tenha medo de dar o primeiro passo”, resume o empreendedor. Mesmo
se esse passo for estúpido?
sábado, 3 de novembro de 2012
A DIETA DO PALHAÇO
Reportagem sobre o Mc Donald's
Spurlock segue uma dieta de 30 dias (fevereiro de 2003) durante os quais sobrevive em sua totalidade com a alimentação e a compra de artigos exclusivamente do McDonald's. O filme documenta os efeitos que tem este estilo de vida na saúde física e psicológica, e explora a influência das indústrias da comida rápida.
Durante a gravação, Spurlock comia nos restaurantes McDonald's três vezes ao dia, chegando a consumir em média 5000 kcal (o equivalente de 6,26 Big Macs) por dia durante o experimento.
Antes do início deste experimento, Spurlock, comia uma dieta variada. Era saudável e magro, e media 188 cm de altura com um peso de 84,1 kg. Depois de trinta dias, obteve um ganho de 11,1 kg, uns 13% de aumento da massa corporal deixando seu índice de massa corporal em 23,2 (dentro da faixa "saudável" 19-25) a 27 ("sobrepeso"). Também experimentou mudanças de humor, disfunção sexual, e dano ao fígado. Spurlock precisou quatorze meses para perder o peso que havia ganhado.
Assinar:
Comentários (Atom)











.jpg)




